A nossa fé será mais fraca ou mais forte, na proporção em que crermos que Deus fará o que disse. A fé nada tem a ver com sentimentos ou impressões, com improbabilidades ou com aparências externas. Se desejarmos ligar as duas coisas - fé e sentimentos, fé e aparência - não estaremos descansando na palavra de Deus, porque a fé não precisa de coisa alguma desse tipo. Quando cremos na sua palavra, o nosso coração descansa. Deus tem prazer em exercitar a nossa fé; porque é bênção para nós, depois, porque é benção para a igreja e também para os de fora. Mas nós evitamos o exercício, em vez de o recebermos como um bem. Quando vêm as provas, deveríamos dizer: "Meu pai celestial põe nas minhas mãos este cálice de aflição, para que eu possa ter alguma coisa agradável depois". As aflições alimentam a fé. Ah, deixemo-nos nas mãos do Pai celestial! Seu coração tem prazer no bem de seus filhos. Mas as aflições, e dificuldade não são os únicos meios pelos quais a fé é exercitada e aumentada. Há a leitura das escrituras, através do qual podemos conhecer de perto a Deus, como Ele se revelou. Será que podemos dizer, pelo conhecimento que temos de Deus, que Ele é um ser realmente desejável? Se não, instemos com Deus para que nos leve a isso de modo que possamos admirar o seu coração de amor e bondade, e sejamos capazes de dizer como Ele é bom e como tem prazer em fazer o bem a seus filhos. E quanto mais nos aproximamos desta realidade mais prontos estamos a descansar em Suas Mãos satisfeitos com tudo que ele nos reserva. E quando vier a aflição diremos: "Eu vou esperar para ver qual a benção que Deus trará por meio dela, pois sei que Ele vai fazê-lo". Assim daremos um testemunho digno diante do mundo e isso servirá para fortalecer a fé de outras pessoas.
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